A comunicação como ferramenta de unidade, mobilização e ação coletiva esteve no centro dos debates do 1º Encontro Nacional de Comunicação da Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU), realizado nos dias 16 e 17 de março, em Salvador (BA). O STIU-DF esteve presente na atividade, representado pelos diretores Alisson Barbosa, Fabiola Antezana e Wilson Castro.

O encontro reuniu entidades sindicais de todo o país em um espaço de troca, reflexão e construção coletiva sobre os desafios e estratégias da comunicação no movimento sindical, especialmente em um contexto de disputa de narrativas, desinformação e necessidade de fortalecer a democracia.

Para o diretor do STIU-DF, Wilson Castro, a participação no encontro reafirma o compromisso do sindicato com o aprimoramento da sua comunicação junto à categoria. “É um momento importante onde todas as entidades sindicais se encontram para trocar ideias sobre comunicação e toda a importância desse processo como ferramenta basilar na disseminação das atividades sindicais”, destacou.

Ao longo dos dois dias, os debates abordaram temas como comunicação e democracia, construção de hegemonia, estratégias digitais e o fortalecimento da identidade urbanitária. Também foram discutidas diretrizes estratégicas para a comunicação nacional da CNU, a partir de um diagnóstico das federações e sindicatos, além da definição de prioridades e da construção de um plano de trabalho articulado entre as instâncias nacionais e regionais.

Outro eixo importante de debate, foi a construção de uma rede de comunicação urbanitária, com foco na organização de planos de comunicação integrados, capazes de dialogar com as realidades regionais sem perder a unidade nacional.

Em um ano de disputas políticas e eleitorais, o STIU-DF reforça a importância de investir em uma comunicação cada vez mais estratégica, qualificada e conectada com a base. “O sindicato mantém o seu compromisso com a categoria, buscando aprimorar nossos modelos de comunicação e ampliar nossa capacidade de diálogo com os trabalhadores”, afirmou Wilson.

A dirigente sindical, Fabiola Antezana, ressalta que vivemos em uma sociedade cada vez mais dinâmica, em que a informação circula de forma rápida e, muitas vezes, superficial. “Isso coloca novos desafios para o movimento sindical, que precisa se adaptar a essas mudanças sem abrir mão do aprofundamento e da qualidade da comunicação. É fundamental que a gente consiga dialogar com essa realidade, mas também disputar consciência, garantindo que a informação chegue com conteúdo, contexto e compromisso político com a classe trabalhadora”, conclui.