Há quem entrou na empresa estatal Eletrobras, viveu negociações, mobilizações, greves e aprendeu que direito não é favor e que conquista vem de organização. E há quem chegou pós privatização, por contratação direta, em outra cultura de trabalho e ainda não teve a chance de entender como funciona, na prática, a luta coletiva e sindical.
Mas uma coisa é igual para todo mundo: as decisões de cima impactam aqui embaixo. Metas, pressão, mudanças de regras, benefícios, condições de trabalho, saúde e segurança… nada disso escolhe “tipo de contratação”. Atinge a categoria inteira.
É por isso que a luta sindical importa: ela transforma o “cada um por si” em “todo mundo junto”. E quando a gente fala em conjunto, a empresa escuta diferente. Unidade vira respeito. Silêncio vira decisão tomada por outras pessoas.
Agora, precisamos de um passo simples e importante: responder à pesquisa do Coletivo Nacional dos Eletricitários. Ela vai nos ajudar a entender como construir uma boa proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho que o CNE vai negociar em 2026.
A pesquisa é anônima, leva poucos minutos e tem peso enorme, ou seja, ajuda a mapear o que realmente está acontecendo, organizar prioridades e dar força para cobrar, negociar e agir com base no que a categoria pensa. Para participar da pesquisa, clique aqui.
Se você “tem tempo de casa”, sua experiência fortalece o coletivo. Se você “é recente de casa”, sua resposta é essencial para que ninguém fale por você e para que você se reconheça como parte da categoria.
Juntos somos mais fortes!

